CORPOMÁQUINA

CORPOMÁQUINA

12 de julho de 2019

"Ao explorar as fronteiras entre corpo e máquina, o espetáculo performático intermídia CORPOMÁQUINA propõe a reflexão sobre o limite entre o biológico e o sintético, e sua inevitável fusão proporcionada pela busca incessante da transcendência das limitações do ser humano. Aborda o questionamento de até onde o corpo é humano, onde se torna máquina, e onde ocorre a transcendência deste corpo para máquina."

CORPOMÁQUINA é o primeiro trabalho cênico performático do agrupamento Robo.Art, assim como do diretor e idealizador Vinicius Dall’Acqua, sendo fruto de uma pesquisa de integração de linguagens e criação de dispositivos realizada para o projeto Eltr_Lab (Exposição Tensão Distensão, MOLA, Sesc Rio Preto). A performance CORPOMÁQUINA foi contemplado pelo Prêmio Nelson Seixas 2018, onde pelo qual iniciou sua produção integrando artistas de áreas e técnicas distintas: Vinicius Dall’Acqua (artista multimídia e produtor); Vinicius Francês (bailarino e coreógrafo); Gustavo Arão (tecnólogo em mecatrônica e artista plástico); Elissa Pomponio (produtora audiovisual e artista plástica).

A performance intermídia CORPOMÁQUINA é um espetáculo que aborda o conflito entre a inteligência e a consciência, a reflexão sobre o limite do homem e da máquina e sua inevitável fusão: biológico versus sintético, humano versus pós-humano, corpo versus máquina. O que é humano quando são indefinidas as fronteiras entre a humanidade e a tecnologia?

Deste pensamento, emerge o interesse por repensar o corpo, o movimento e a performance perante a nova dinâmica de redes, circuitos integrados e dispositivos. A partir do estudo da fusão de linguagens, da interdependência de dispositivos e da extensão de expressão, a performance propõe-se como um experimento de co-criação entre dispositivo biológico (performer) e dispositivo sintético (sensores musculares e projeção de vídeo), numa narrativa extrópica de ascenção (evolução humana), integração (corpo e máquina) e transcendência (pós integração).

Para o espetáculo foi desenvolvido um sistema próprio de tradução de movimento baseado em sensores musculares e microcontroladores, que anexados ao corpo do performer geram sons conforme a tensão, distensão e movimentos corpóreos. Além de utilizar um sensor de movimento para o mapeamento corporal na geração de vídeos.

Ficha técnica
Ideia original e direção: Vinicius Dall’Acqua
Coreografia e performance: Vinicius Francês
Produção: Elissa Pomponio
Cenografia: Leonardo Bauab
Desenvolvimento tecnológico: Gustavo Arão
Operação de mapping: Elissa Pomponio
Operação de som: Vinicius Dall’Acqua
Operação de luz: Gustavo Arão
Registro em vídeo: José Vitor Gomes
Produção executiva: Vinicius Dall’Acqua, Elissa Pomponio
Apoio cultural: Levare Transportes; Okamed - Tecnologia Hospitalar; G.T.R - Grupo Teatral Rio-pretense


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